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Editorial
Neste blog você encontra artigos e opiniões do editor deste Portal da Família Demarchi sobre diversos assuntos. Para ler o último artigo e ver o vídeo da reportagem, clique neste texto.
Genealogia: como montar sua árvore?
Francesco Demarchi, sec. XVI, certamente um dos nossos antepassados.
Montar a árvore genealógica é uma das experiência mais gratificantes que eu já tive. Especialmente quando, no gráfico que se eleva a partir de alguém, se descobre muitos relacionamentos. Para muitos principiantes não é fácil, nem mesmo utilizando os programas e sites que existem para faciciltar a tarefa. Lea Beraldo, num excelente artigo, resume os principais pontos para se fazer uma árvore genealógica. Leia trechos do artigo clicando neste texto, ou, se preferir, leia o artigo completo acessando Genealogia
Coro Minimo Belumese em Brusque
O Governo da Região do Vêneto/Itália, sensibilizado com a tragédia climática ocorrida em Santa Catarina em novembro último, em particular com as enchentes no Vale do Itajaí (Blumenau - Brusque - Itajaí - Ilhota e Gaspar), estará representado pelo Dr. Oscar de Bona - Assessor da Políticas dos Fluxos Imigratórios da Região do Vêneto, onde fará a entrega simbólica às famílias atingidas pela catástrofe no valor arrecadado (20 mil Euros) na bilheteria das apresentações do Natal/2008 dos 293 coros pertencentes da "Associação dos Coros do Vêneto/Itália - A.S.A.C", sendo representada pelo CORO MINIMO BELLUNESE que estará se apresentando em Brusque no dia 07 de setembro/2009 às 20hs (com entrada franca) nas dependências na Igreja Evangélica de Confissão Luterana de Brusque - Comunidade Centro - Av. Monte Castelo, 25 - Centro. O evento em nossa cidade se trata da quinta iniciativa cultural do Governo Vêneto em território brusquense, sendo sempre respaldado e realizado pelo "Circolo Italiano di Brusque", e que desta vez conta com o apoio da Defesa Civil e Fundação Cultural de Brusque e o patrocínio da empresa privada (FIP - Feira Industrial Permanente - HAVAN e Supermercados Archer). Prestigie e testemunhe este ato de solidariedade e respeito ao catarinense por parte do povo italiano. Breve relato do Coro Minimo Bellunese: Fundado em 1961, é composto integralmente por 35 vozes masculinas e sediado na Província de Belluno/Regiã o do Vêneto/Itália - O Coro Minimo Bellunese nos seus 48 anos de história, apresentou-se em inúmeras cidades européias, onde destacamos: Roma, Turim, Paris, Berlim, Praga, Bruxelas, Veneza, Milão. Em 1973 recebeu o Prêmio San Martino por divulgar a cultura Vêneta e da gente bellunese em todo o mundo, bem como o único represetante italiano no Festival Internacional de Canto Popular de "Baden"/Alemanha.
Cordiali Saluti!
FUMAGALLI Márcio
Pres. Circolo Italiano di Brusque/SC - Brasile
(47) 3355-9845 - (47) 9113-2345
VÉSPERA DE FERIADO PARA CELEBRAR A ARTE E CULTURA ITALIANA EM TUBARÃO.
A 10ª Assembléia Geral do Comitato delle Associazioni Venete per lo Stato di Santa Catarina será realizada na cidade de Tubarão, dia 6 de setembro de 2009, às 11 horas, no Clube Cidade Luz, que tem sua sede na Rua Expedicionário José Pedro Coelho, 339 – Bairro Dehon (próximo a UNISUL) – Tubarão.
Na oportunidade, as Associações afiliadas de todo o Estado de Santa Catarina, estarão reunidas para deliberarem sobre vários assuntos, entre eles a Aprovação do novo Estatuto do COMVESC discutido na última Assembléia em Nova Veneza e apresentação dos projetos que serão enviados para a Região Vêneto.
A programação festiva está sendo organizada pela Diretoria da Associação Trevisani nel Mondo - Secção de Tubarão. A atual Presidente, Fabiola Cechinel, em nome dos demais membros da Diretoria, convida todos os associados, simpatizantes, imprensa e autoridades para participarem da abertura do evento e das atrações programadas para este dia.
Depois das atividades estatutárias do COMVESC, será servido um almoço por adesão, preparado pela cozinha do Olivério, no Clube Cidade Luz.
As 20h30min, na Igreja São José Operário do bairro Oficinas, em conjunto com a Prefeitura de Tubarão, através da sua Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, acontece o Festival de Corais, com a participação do Coral Municipal, Grupo Ricordi D’Itália e a atração internacional do “Coro Mínimo Bellunese”, da cidade de Belluno, Itália.
Nos eventos, além dos membros das associações espalhadas por todo o Estado, a participação do Arquiteto Oscar De Bona, Assessore dei Flussi Migratori Regione Veneto e do Prefeito da cidade de Silea, da Província de Treviso, Itália.
CORO MINIMO BELLUNESE
Fundado em 1961, é composto integralmente por 35 vozes masculinas e sediado na Província de Belluno/Regiã o do Vêneto, Itália. O Coro Minimo Bellunese nos seus 48 anos de história apresentou-se em inúmeras cidades européias, com destaque para Roma, Turim, Paris, Berlim, Praga, Bruxelas, Veneza, Milão. Em 1973 recebeu o Prêmio San Martino por divulgar a cultura Vêneta e da gente bellunese em todo o mundo, bem como o único representante italiano no Festival Internacional de Canto Popular de "Baden
FRANCESCO DEMARCHI. - Ingegnere e architetto militare, nato a Bologna nel 1504, morto ad Aquila nel 1576. Giovanissimo militò nelle truppe di Prospero Colonna, poi passo sotto il marchese di Pescara, e, morto questo, sotto António di Leiva, tutti famosi capitani e ottimi intenditori di fortificazioni. Ebbe cosi occasione di visitare e studiare gran numero di fortezze, e d' impratichirsi nell'arte dei bombardiere. Continue a ler...
JOSÉ SÉRGIO DEMARCHI - Nascido em Rio Claro, é eletrecista, escritor, marido e pai exemplar, amigo de todos que convivem com ele. Em seu livro "Causos que deixaram saudades", José Sergio procurou resgatar histórias pitorescas e verdadeiras ocorridas no horto florestal de Rio Claro. Seu livro cheio de fatos interessantes merece ser lido por todos. Na página indicada no link oferecemos uma cópia do Album que o autor mantém no ORKUT com fotos do lançamento de seu livro
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MAURO DEMARCHI, nasceu em 1957, em São José dos Campos, onde fez os estudos primários e secundários, e, por fim, diplomou-se como Desenhista Técnico de Arquitetura. Após um ano de estágio nos Estados Unidos, retornou ao Brasil, e desde 1987 residindo numa fazenda, no município paulista de Amparo, tornou-se apicultor. Continue a ler...Este local está reservado para o seu perfil!
Reporter Eco entrevista Mauro Demarchi
Ao escrever o livro "Aprendendo com as abelhas a viver em sociedade" Mauro Demarchi não imaginou que despertaria tanto interesse de um programa como o "Reporter Eco" da TV Cultura de S. Paulo. O fato de ter enviado um exemplar do livro para a produção do programa, após divulgá-lo amplamente entre os apicultores com sucesso absoluto, originou uma excelente reportagem feita por Alan Severiano, hoje reporter da Rede Globo. Um dos melhores frutos que nos oferece as abelhas é a lição de vida. Assista à entrevista e veja você também:
Passos para montar uma árvore genealógica
Eis aqui um site para montar sua árvore genealógica. Permite a construção e a publicação online de maneira prática, fácil e rápida.
Dicas para quem vai começar a pesquisar as suas origens
Lea Beraldo, no site PEQUENO
ROTEIRO PARA A PESQUISA dá importantes conselhos para quem deseja fazer uma pesquisa genealógica.
Passo a palavra a ela:
COMEÇANDO POR VOCÊ
Lembre-se de que em sua certidão de nascimento estão mencionados os nomes de seus quatro avós. Na de seus pais, também vêm indicados os avós deles. Por óbvio, tendo à mão a certidão de nascimento de seu pai, por exemplo, saberá de imediato o nome de seus bisavós. E se conseguir a certidão de nascimento de seu avô paterno, nascido no Brasil, terá o nome dos avós dele, seus trisavôs. Somente com esses documentos você já terá uma árvore genealógica considerável (cinco gerações contando você).
SUA FAMÍLIA
Procure conversar com os parentes mais idosos e anote tudo quanto puderem contar sobre a história da família. Não menospreze nenhuma informação ou reminiscência; tome todo e qualquer dado como provável indício, que somado a outros poderá montar o quebra-cabeça da origem.
CIDADE ONDE PRIMEIRO RESIDIRAM SEUS ANCESTRAIS IMIGRANTES
Minha experiência pessoal diz que esta é a melhor fonte de pesquisa, principalmente nos livros de assentos de casamentos religiosos e batismos.
A explicação lógica vem dos seguintes fatos:
Grande parcela dos imigrantes era composta por casais jovens, com filhos pequenos e disposição para o aumento da prole, sobretudo porque, além da tendência natural à procriação em situações de isolamento, partiam do pressuposto de que quanto mais braços houvesse para o trabalho, mais fácil seria a sobrevivência da família. Guardavam, de outra sorte, uma forte religiosidade e bem por isso eram incapazes de mentir ao padre sobre a localidade em que batizados, no caso de declarações para o casamento dos jovens, ou mesmo para o batizado dos muitos filhos aqui nascidos. Lembre-se de que a Igreja Católica Apostólica Romana sempre impôs, como condição para a realização do casamento, o batismo prévio dos noivos, condição que se estende também para o batismo de seus filhos (só poderiam levar os filhos à pia batismal aqueles que fossem batizados).
Assim, os livros das Igrejas são, com certeza, uma excelente fonte de informação, ainda que os assentos venham a indicar apenas, por exemplo, que o noivo imigrante foi batizado no "Bispado de Verona". Tal informação já delimitaria a busca às noventa e seis cidades que compõem a Província de Verona, sem contar que se esse ancestral chegou ao Brasil com mais de dezoito anos seria fácil obter no "Ufficio Di Leva" da Província de Verona, por exemplo, o certificado de cumprimento ou dispensa do serviço militar, com todos os dados sobre sua origem.
Não se contente em obter uma certidão de casamento ou batizado. Peça uma cópia da folha do livro em que lançado o assento. Se impossível, peça para ver o livro. Graças a essa teimosia, na cópia da folha em que transcrito o batismo de uma tia avó, a primeira nascida no Brasil (em Rio Novo, MG), descobri que o verdadeiro sobrenome da família era Gaiardoni, e não Gagliardoni, como eu imaginava correto, muito menos Galhardoni, como ficou depois de lamentavelmente aportuguesado. Na cópia do assento vi, com meus próprios olhos, a assinaturinha trêmula de meu bisavô Vittorio, desenhada por mãos mais afeitas ao cabo de uma enxada do que a uma pena. Mas valeu muito a descoberta.
RECADASTRAMENTO DURANTE A 2ª GUERRA MUNDIAL
Caso o primeiro ancestral imigrante tenha falecido depois de 1942, também será possível obter, na Delegacia de Polícia da cidade onde estava residindo por essa época, uma cópia do termo de cadastramento que todos os estrangeiros foram chamados a fazer, e onde responderam a perguntas acerca da procedência, data de chegada ao Brasil, e nome do navio em que viajaram.
Em um desses documentos, preenchido por minha bisavó Albina Baccagini em Mogi Guaçu (SP), consegui descobrir que ela e meu bisavô Vittorio Gaiardoni haviam chegado no Navio Colombo em outubro/novembro de 1894.
BANCO DE DADOS DAS HOSPEDARIAS DE IMIGRANTES E DO ARQUIVO NACIONAL DO RIO DE JANEIRO
Outra boa fonte de informações são as velhas Hospedarias de São Paulo e de Juiz de Fora (as de que tenho notícia), e o Arquivo Nacional.
A de São Paulo transformou-se no Memorial do Imigrante e guarda todos os livros de registro dos imigrantes que por lá passaram. Há casos em que à margem do registro de entrada da família anotaram-se a cidade italiana de origem e o destino da família aqui, com o nome do fazendeiro contratante.
A Hospedaria de Juiz de Fora (Horta Barbosa) não mais existe. Todos os livros de registro, no entanto, foram remetidos ao Arquivo Público Mineiro (Belo Horizonte), e neles é possível saber o destino da família em território mineiro.
J á o Arquivo Nacional (Rio de Janeiro) guarda as listagens de passageiros imigrantes desembarcados naquele porto, sem muitos detalhes mais elucidativos. De todo modo, sabendo a data de chegada do navio poder-se-á obter a listagem através de pedido feito por e-mail, carta ou telefone. É sempre bom saber quem viajou com a família pesquisada.
MICROFILMES DA IGREJA MÓRMON
Tanto os livros de registro de chegada dos imigrantes conservados no Arquivo Nacional quanto aqueles do Memorial do Imigrante de São Paulo estão microfilmados pelos Mórmons. Basta ir a um Centro de História da Família (CHF) que funciona nessas igrejas e solicitar o microfilme do provável ano de desembarque. Com paciência, bastante tempo e vista boa será possível encontrar no microfilme a chegada da família, com os dados disponíveis, inclusive os nomes do navio e dos demais passageiros daquela viagem.
VITÓRIA - ESPÍRITO SANTO
Não se pode deixar de mencionar que uma grande leva de imigrantes desembarcou no porto de Vitória, Espírito Santo, principalmente os que se engajaram na pioneira expedição Tabacchi. O Arquivo Público daquele Estado, em trabalho magnífico, está resgatando os dados disponíveis e colocando "on line " para a consulta.
ESTADOS DO SUL DO BRASIL
Pouco sei sobre os imigrantes que se destinavam ao sul do Brasil, senão que via de regra desembarcavam no Rio de Janeiro e de lá seguiam para seus destinos em outras embarcações. Os Institutos Históricos do Paraná (IGEPAR) e do Rio Grande do Sul (INGERS) estão desenvolvendo trabalhos voltados para o resgate desses dados. Em minha página principal há vários endereços de outras páginas que tratam do tema.
Não se pode perder de vista ainda que a grande maioria de nossos ancestrais imigrantes, quer procedente da região do Vêneto, quer da Lombardia, ou ainda da Calábria, saiu de pequenas cidades ("Comuni"), e não das Capitais. Com o passaporte expedido pelo serviço de Anagrafe do Município, o imigrante rumava de trem para Gênova (se originário do norte da Itália), ou para Nápoles (se originário do sul). Somente de um desses dois portos partia-se da Itália para o Brasil, em viagem que dificilmente durava menos do que vinte e cinco dias. Um mesmo navio, portanto, chegava a fazer seis viagens por ano.
CARTAS AOS ARQUIVOS DE ESTADO ITALIANO
S
Sabendo-se, pelo menos, a região da Itália de onde veio o ancestral imigrante, é possível remeter cartas para os respectivos Arquivos de Estado daquela Região solicitando informações acerca de seu nascimento e de sua família.
DIVISÃO POLÍTICA DA ITÁLIA
Aqui é importante abrir parênteses para lembrar que a Itália está dividida, politicamente, em 20 REGIÕES, que por sua vez se dividem em 108 PROVÍNCIAS (semelhantes a nossos Estados), divididas estas em cidades, com estrutura parecida à de nossos Municípios, e que são denominadas "COMUNE" (singular) e "COMUNI" (plural); estas (em italiano "Comune" é masculino), em alguns casos, dividem-se ainda em "frazione", como nossos distritos.
As capitais das Províncias têm os mesmos nomes das Províncias, como São Paulo, que é a denominação do Estado, e também da cidade em que está sediada sua Capital.
Assim, a Região do Vêneto é composta por sete Províncias (Veneza, Verona, Padova, Vicenza, Belluno, Rovigo e Treviso), sendo que a (Província) de Verona abrange 96 cidades, entre as quais a de Verona, que é sua capital. A Província de Rovigo também está subdividida em 100 cidades, entre as quais a de Rovigo, e assim por diante.
Sabendo-se a Província de origem do imigrante, além da carta ao Arquivo de Estado, é recomendável remeterem-se outras para os serviços de Anágrafe de todas as cidades que compõem aquela Província, e também para as suas principais Paróquias, que via de regra guardam assentos de casamentos e batismos desde o século XVI, como é o caso da cidadezinha de Trecenta, em Rovigo, de onde vieram meus bisas Tamassia/Panciera, cuja Igreja matriz conserva os livros desde 1542.
Outro fato importante a ser lembrado é que os registros civis italianos são lavrados em repartições da Prefeitura de cada cidade ("Ufficio di Stato Civile" e "Ufficio Anagrafe"). A obrigatoriedade desses registros, instituída pelo "Regio Decreto" nº 2.062, de 15 de novembro de 1865, data de 1866. Caso o imigrante tenha nascido anteriormente (o que é muito provável), os respectivos dados só poderão ser conhecidos pela certidão de batismo na respectiva Paróquia, ou, no próprio Ufficio Anagrafe, através de dados obtidos em recenseamentos. De todo modo, o interessado sempre poderá obter no Anagrafe uma certidão chamada "Stato di Famiglia Storico", expedida com base nas fichas ("cartellini) que conservam os dados de todos os componentes do núcleo familiar. No "Comune" de Casaleone, por exemplo, obtivemos essa certidão relativa à família do avô de meu marido (Francesco Berardo). Nela constam os nomes de seus pais, com as respectivas datas de nascimento e morte, os nomes de suas irmãs, com as datas de nascimento, transferência para outras cidades e mortes, e curiosamente menciona o nome de Francesco com a data de seu nascimento no "Comune" de Angiari. O "Stato di Famiglia Storico", como se vê, é uma espécie de matrícula da família, onde são lançadas todas as intercorrências havidas com seus membros.
Em muitos dos serviços de Anagrafe também é possível localizar a cópia do passaporte expedido por ocasião da saída do imigrante da Itália (emigração). Nesse documento constam a data de embarque para o Brasil e a cidade de destino. Na pequenina cidade de Vigasio, Província de Verona, de onde vieram meus bisavós Gaiardoni/Baccagini, pude saber, através de cópias dos passaportes lá arquivadas, que uma irmã de meu bisavô (Angela Gaiardoni) havia emigrado para o Brasil em 1892 (dois anos antes do irmão) com o marido Paolo Caprara e cinco filhos.
Com essa informação, coloquei uma página na Internet buscando eventuais descendentes desse casal, e algum tempo depois recebi mensagem de três deles, novos parentes, que me fizeram conhecer uma enorme família, com ramificações em Espírito Santo do Pinhal, Franca, Ribeirão Preto, Casa Branca, Andradas, São Paulo e até em Ponta Grossa, Paraná, sem contar os residentes fora do Brasil. Os descendentes de Maria, filha de Angela Gaiardoni e Paolo Caprara (casada com Cristoforo Igino Archetti), entroncaram-se com centenas de famílias e deram aos habitantes de Franca, de presente, a belíssima Igreja de Nossa Senhora das Graças.
Neste ano de 2004, graças às pesquisas que um amigo italiano (Elio Bernini) fez no Comune di Trecenta, Rovigo, consegui descobrir que a família de minha avó Stella Tamassia passou também pela cidade de São José do Rio Pardo, Estado de São Paulo, onde, no dia 08 de maio de 1907, faleceu MARIA BORTOLINI, casada com PAOLO PANZIERA. Eram os avós de minha avó, e para minha surpresa esse trisavô PAOLO voltou em definitivo para a Itália em 1910 e lá se casou novamente, vindo a falecer somente em 1930.
Obter informações preciosas assim exigiu, repito, muito trabalho, muita perseverança, muitas madrugadas aqui na Net, além do inestimável concurso de bons e verdadeiros amigos.
Espero que este pequeno roteiro sirva de orientação aos iniciantes, principalmente aqueles que me dirigem mensagens solicitando (verbis ): "o envio da história de minha família e a certidão de nascimento de meu trisavô fulano de tal ". Ninguém além de você ou de algum parente seu conseguirá reescrever a história de sua família.
Boa sorte a todos!
Lea Beraldo, São Paulo - Capital - dezembro/2003
A HISTÓRIA DA IMIGRAÇÃO ITALIANA
Artigos excelentes, sobre a imigração italiana, são produzidos nos meios academicos. Abaixo trazemos os links de 5 artigos cuja leitura recomendamos a você. São textos encontrados nas pesquisas realizadas pela internet usando especialmente o www.google.com.br.
Você escreveu um artigo ou tese sobre a imigração italiana no Brasil ou em outro país? Então compartilhe com nossos leitores. Envie o artigo que daremos destaque aqui no Portal da Família Demarchi. ESCREVA!
MUSEU DIGITAL DA FAMILIA DEMARCHI
Quer participar da criação de um museu histórico e genealógico digital da família De Marchi, Demarchi? O projeto é ousado, mas nossa família tem a característica de ser ousada, e você não vai querer ficar de fora, vai? Conheça mais sobre o projeto e preencha o formulário clicando em qualquer texto deste quadro.
VINIL - MP3 / VHS - DVD / FOTOS - DVD
A tecnologia digital tem permitido que a história de uma família não se perca devido ao desgaste de fotografias, fitas de vídeos, discos, etc. MAFFEI/DEMARCHI Produções tem trabalhado para a recuperação da memória audio-visual, restaurando fotografias e fitas de vídeo (VHS ou mini-VHS) digitalizando e gravando em CD ou DVD. O trabalho paciente e metódico permite recuperar momentos únicos da história de uma pessoa, de uma família ou de uma instituição.
HISTÓRIA DA IMIGRAÇÃO ITALIANA
A imigração italiana para o Brasil a partir de 1870 é um dos momentos importantes da nossa história.
A realidade do final do século XIX era preocupante: uma Itália empobrecida com o avanço das máquinas e com o crescimento vertiginoso da sua população. As consequências só poderiam ser fome e desemprego.
A saída encontrada foi a emigração dos italianos para países que precisassem de mão-de-obra, e o Brasil era um dos primeiros da lista, pois estava sem trabalhadores para suas lavouras de café. México, Estados Unidos e Canadá também estavam na lista dos países que queriam receber os imigrantes.
Os italianos juntavam sua pouca bagagem e partiam. Saiam de todas as regiões da Itália, o maior contingente, porém, vinha do Vêneto - região do norte do País.
A travessia do oceano durava em torno de 40 dias em navios lotados, mas o sonho de "fazer a América" levava nossos antepassados a suportar todos os rigores e dificuldades.
Ao chegar ao Brasil, encontraram um clima diferente, uma cultura estranha, um povo acolhedor, mas com receio dos novos imigrantes. Por algumas decadas as comunidades italianas ficaram fechadas entre seus membros, assim como outras nacionalidades que emigraram para o Brasil, mas aos poucos a miscigenação ocorreu, assim hoje, além dos legítimos Demarchi temos, com alegria, em nossa extensa família os Demarchi Teixeira, os Santos Souza Demarchi, os Neves Demarchi os Demarchi Mendes...
Os descendentes de italianos nascidos aqui no Brasil sentem-se legitimamente brasileiros mas todos temos muita honra de descender de um povo sonhador, trabalhador e conquistador.
Leia estes artigos:
Escolas Italianas Legado das Escolas dos Imigrantes Projeto de Ascenção social Novela "Terra Nostra" Imigração e o Jeca Tatu
QUERO CONTRIBUIR PARA O MUSEU DIGITAL DA FAMÍLIA DEMARCHI
Ajude o Portal Família Demarchi a construir o Museu Digital da nossa Família. Com o avanço das novas tecnologias é possível fazer um museu totalmente digital para abrigar imagens, vídeos, sons que retratem de alguma forma a imigração, o crescimento e a cooperação da Família Demarchi para e com o Brasil. Você tem fotografias antigas, vídeos (seja em rolo de 8mm ou em fita VHS), objetos antigos pertencentes aos seus antepassados? Então se CADASTRE colocando no campo Assunto: "Museu Digital". Entraremos em contato para estudarmos os meios de inserir suas informações no Museu Digital da Família Demarchi.
MAFFEI-DEMARCHI PRODUÇÕES VINIL - MP3 / VHS - DVD
Os crescentes avanços da tecnologia tem aposentado aparelhos que no século passado representavam o melhor do entretenimento doméstico ou do grande público. Quem não tem uma velha fita de video-cassete com recordações de algum ente querido? Ou então, aquele rolinho de filme 8mm que tanta sensação causou quando foi projetado num "moderno" projetor domestico? Ou então, quantas baladas foram animadas com aqueles LPs de vinil que agora permanecem num canto escuro e desprezado. Os aparelhos para a reprodução destas mídias já não são mais fabricados e os poucos que existem exigem manutenção cara. Por isso precisamos contar com um serviço personalizado para resgatarmos as lembranças registradas nestas mídias. Limpeza, gravação e digitalização de VHS, mini-VHS, Vinil e K7. Esses serviços são prestados por MAFFEI-DEMARCHI PRODUÇÕES. Escreva-nos pedindo um orçamento sem compromisso!
VÍDEOS DO PORTAL
Que tal assistir aos melhores clipes e vídeos de musicas e cantores italianos aqui, pelo Portal Família Demarchi? Pois você agora pode ver a uma seleção que só cresce, sem precisar sair da página da Família Demarchi. Clique em qualquer texto deste quadro para abrir a página de clipes e videos. Separe a pipoca e sua bebida preferida e aproveite. Aos poucos serão acrescentados novos links!
VÍDEOS DA IMIGRAÇÃO
Neste quadro oferecemos clipes, também garimpados na internet, especialmente no www.Youtube.com retratando aspectos da história da imigração italiana no Brasil.
BAZAR DEMARCHI
Adquira hoje mesmo os livros de Mauro Demarchi e Bertolina Maffei, dois escritores com estilos diferentes mas que escrevem com amor e entusiasmo.
Bertolina fala à alma de seus leitores, aconselhando, animando, motivando o otimismo e a alegria de viver.
Mauro escreve de forma leve e agradável sobre um tema pouco conhecido da maioria dos leitores, mas que ele deseja divulgar: a vida das abelhas.
Os internautas são convidados a conhecer os dois livros e avaliar os meritos de cada obra, lendo e relendo, emprestando os livros e divulgando a leitura.